Carnaval

domingo, 11 de janeiro de 2015

Ensaio Técnico da União do Parque Curicica e do Império Serrano

Na noite deste sábado (10/01) as escolas União do Parque Curicica e Império Serrano fizeram seus ensaios técnicos no Sambódromo.
A União do Parque Curicica tem como enredo “Os três tenores... Do samba”, que homenageará os sambistas Arlindo Cruz, Martinho da Vila e Monarco, baluartes respectivamente do Império Serrano, Vila Isabel e Portela.
O Império Serrano aposta em mais um enredo de fé, temática que os componentes da escola se identificam. Com o enredo “Poema aos peregrinos da fé”, o Império Serrano cantará a fé do povo brasileiro e da própria escola, que tem São Jorge como padroeiro.

Confira Fotos e Vídeo do Ensaio Técnico da União do Parque Curicica





Confira Fotos e Vídeo do Ensaio Técnico do Império Serrano






quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Estreia de "A Febre do Samba" - Temporada 2015.

Estreou ontem (07/01) a temporada 2015 do espetáculo “A Febre do Samba”, no Teatro Sesi Centro. O espetáculo está dividida em duas partes, que serão alternadas, cada semana será apresentada uma parte. Essa semana é apresentada a primeira parte, semana que vem, a segunda. E assim o espetáculo se alterna até a segunda semana de fevereiro.
Na primeira parte do musical, são cantados os sambas-enredo que marcaram o carnaval da década de 1930 até a década de 1980 (antes da criação do sambódromo). Já na segunda parte, são cantados grandes sambas-enredo de 1984 até os dias atuais.
Lembrando que em cada apresentação, uma escola do Grupo Especial será homenageada. Esta escola se apresenta no final do espetáculo com alguns de seus seguimentos (mestre-sala e porta-bandeira , baianas, passistas, intérprete etc).


Confira as Fotos da Estreia do Musical "A Febre do Samba"– Parte I





Confira os Vídeos da Estreia do Musical "A Febre do Samba"– -Parte I













quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Espetáculo A FEBRE DO SAMBA, Temporada 2015.




Estreia hoje o musical “A Febre do Samba”, no Teatro Sesi Centro. O musical traz para os palcos a magia dos grandes sambas de quadra e enredo.
 O espetáculo está dividido em duas partes, que se alternam durante as semanas. A grande novidade desse projeto que já foi realizada nos anos anteriores, é que na temporada de 2015, haverá também palestras, que ocorrerá sempre às terças-feiras. O primeiro debate ocorreu ontem (06/01) e teve como tema “A ECONOMIA CRIATIVA DO CARNAVAL CARIOCA”.
“A Febre do Samba” está em cartaz de 7 de janeiro a 12 de fevereiro. Os ingressos podem ser adquiridos através do site ingresso.com.
O Teatro Sesi Centro, está localizado à Av. Graça Aranha, nº 1, Centro, RJ.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

MESAS DE DEBATE
De 6/1 a 10/2, terças, às 19h.
Entrada franca (retirada de senhas uma hora antes do evento, na bilheteria).
Classificação: 16 anos

6/1 – A ECONOMIA CRIATIVA DO CARNAVAL CARIOCA
Os números do carnaval do Rio, quantas pessoas o assistem, de que forma ele é exportado, a influência no turismo da cidade e o movimento das indústrias que fornecem suprimentos para a festa.
Mediador: Gabriel Bichara

13/1 – ENREDO: CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Processo de criação do enredo, como ele é desenvolvido, as razões para se escolher um determinado tema e os enredos patrocinados.
Mediadora: Maria Augusta

27/1 – O PROCESSO CRIATIVO DO SAMBA-ENREDO
Os estudos e as pesquisas sobre os sambas-enredo e as diferenças entre as composições antigas e as atuais.
Mediador: Luiz Carlos Magalhães

3/2 – O PAPEL SOCIAL DA ESCOLA DE SAMBA E AS TRADIÇÕES
O compromisso da escola de samba com a comunidade, a função fora do carnaval, o caráter recreativo, a formação de novos sambistas, o que ela faz em prol do samba e a manutenção de papéis tradicionais como os de mestre-sala e porta-bandeira.
Mediadora: Fabiana Scherer

10/2 - GERAÇÕES DOS BLOCOS DE RUA
Como cada bloco foi formado, o que fazem durante o ano, como se viabilizam financeiramente, as diversas formas de se fazer o carnaval e as diferenças entre as gerações.
Mediadora: Cristina Couri

ESPETÁCULO

De 7/1 a 12/2, quartas, quintas e sextas, às 19h30.
Ingressos: R$ 10,00 (vendas de segunda a sexta, das 12h às 20h, na bilheteria, ou pela Ingresso.com).
Classificação: 16 anos

 PARTE 1
7/1 – Imperatriz Leopoldinense
8/1 – Estação Primeira de Mangueira
9/1 – União da Ilha do Governador

PARTE 2
14/1 – Acadêmicos do Grande Rio
15/1 – Unidos de Vila Isabel
16/1 – Unidos do Viradouro

PARTE 1
21/1 – Estácio de Sá
22/1 – Portela
23/1 – Império Serrano

PARTE 2
28/1 – Beija-Flor
29/1 – Acadêmicos do Salgueiro
30/1 – Mocidade Independente de Padre Miguel

PARTE 1
4/2 – Encontro de mestres-salas e porta-bandeiras
5/2 – Encontro de mestres de bateria

PARTE 2
11/2 – Encontro de passistas
12/2 – A confirmar

PARTE 1

Do surgimento das escolas de samba a 1982.

1928 | Eu ando sofrendo – Rubem Barcellos e Roberto Martins
1929 | Chega de demanda – Cartola
1930 | Linda demanda – Saturnino Gonçalves
Eu quero é nota – Arthur Faria
1934 | Divina dama – Cartola
1936 | Não quero mais amar a ninguém – Cartola, Carlos Cachaça e Zé com Fome
Natureza bela do meu Brasil – Henrique Mesquita e Felisberto Martins
1937 | Linda Guanabara – Antônio Caetano e Paulo da Portela
1949 | Teste ao samba – Paulo da Portela
Exaltação a Tiradentes – Mano Décio, Estanislau Silva e Penteado
1953 | Sessenta e um anos de República – Silas de Oliveira e Mano Décio 1955 | As quatro estações do ano – Alfredo Português, Jamelão e Nelson Sargento
1960 | Quilombo dos Palmares – Noel Rosa de Oliveira e Anescar Rodrigues
Rio, capital eterna do samba – Walter Rosa
1961 | Seca do Nordeste – Gilberto de Andrade e Waldir de Oliveira
1963 | As três capitais – Maurílio da Penha Aparecida e Silva
Xica da Silva – Noel Rosa de Oliveira e Anescarzinho
1964 | Chico Rei – Geraldo Babão, Djalma Sabiá e Binha
Aquarela do Brasil – Silas de Oliveira
1965 | Cinco bailes da história do Rio – Silas de Oliveira, Ivone Lara e Bacalhau
1967 | O mundo encantado de Monteiro Lobato – Hélio Turco, Darci, Jurandir, Batista e Luiz
1968 | Pernambuco, o leão do Norte – Silas de Oliveira
Sublime pergaminho – Zeca Melodia, Nilton Russo e Carlinhos Madrugada Quatro séculos de modas e costumes – Martinho da Vila
1969 | Yayá do Cais Dourado – Martinho da Vila e Rodolfo
Heróis da liberdade – Silas de Oliveira, Mano Décio e Manoel Ferreira
Bahia de todos os deuses – Bala e Manuel Rosa
1970 | Lendas e mistérios da Amazônia – Catoni, Jabolô e Valtenir
1971 | Rapsódia de saudade – Tôco
Festa para um rei negro – Noel Rosa de Oliveira e Zuzuca
1972 | Mangueira, minha madrinha querida – Zuzuca do Salgueiro
Ilu Ayê (Terra da Vida) – Cabana e Norival Reis
Alô, alô taí Carmen Miranda – Heitor Achiles, Maneco e Wilson Dia
Martim Cererê – Zé Catimba
Onde o Brasil aprendeu a liberdade – Martinho da Vila
1973 | Lendas do Abaeté – Jajá, Preto Rico e Manuel
1974 | A festa do Divino – Tatu, Nezinho e Campo Grande
O rei da França na Ilha da Assombração – Zé Di e Malandro
O mundo melhor de Pixinguinha (Pizindin) – Jair Amorim, Evaldo Gouveia e Velha
1975 | Nos confins de Vila Monte – D. Lopes
Festa do Círio de Nazaré – Aderbal Moreira, Dario Marciano e Nilo Esmera Mendes
1976 | Os sertões – Edeor de Paula
Arte negra na lendária Bahia – Caruso, Caramba e Dominguinhos do Estácio
A lenda das sereias rainhas do mar – Vicente Mattos, Dinoel e Arlindo Velloso
 1977 | Brasil, berço dos imigrantes – Roberto Ribeiro e Jorge Lucas
Domingo – Aurinho da Ilha, Ione do Nascimento, Ademar Vinhaes e Waldir da Vala
1978 | O amanhã – João Sérgio
Ao povo em forma de arte – Nei Lopes e Wilson Moreira
A criação do mundo na tradição nagô – Neguinho da Beija-Flor, Mazinho e Gilson
1980 | Sonho de um sonho – Martinho da Vila, Rodolfo de Souza e Tião Grande
O que que a Bahia tem – Darcy do Nascimento e Dominguinhos do Estácio
O teu cabelo não nega – Gibi, Serjão e Zé Catimba
1981 | Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite – David Corrêa e Jorge
Macedo
1982 | Eles verão a Deus – Mazinho, Ambrósio e Renatinho
Bum bum paticumbum prugurundum – Aluisio Machado
É hoje – Didi e Maestrinho

PARTE 2

Da inauguração do Sambódromo aos dias de hoje.

1984 | Skindô, skindô – David Corrêa e Jorge Macedo
Quem é você? – Darcy do Nascimento, Jangada e Dominguinhos do Estácio
Pra tudo se acabar na quarta-feira – Martinho da Vila
33, destino D. Pedro II – Guará e Jorginho das Rosas Contos de areia – Romildo S. Bastos e Toninho
Yes, nós temos Braguinha – Jurandir, Hélio Turco, Comprido, Arroz e Jajá
1985 | E por falar em saudades – Almir Araújo, Balinha, Marcos Lessa, Hércules e Carlinhos de Pilares
Ziriguidum 2001, carnaval nas estrelas – Gibi, Arsênio e Tiãozinho
1986 | Eu quero – Aluisio Machado, Luis Carlos do Cavaco e Jorge Nóbrega
‘Caymmi mostra ao mundo o que a Bahia e a Mangueira têm – Ivo, Paulinho e Lula
1987 | Estrela Dalva – Zé Catimba, Guga, Niltinho Tristeza e Bill Amizade
Raízes – Martinho da Vila, Ovídio Bessa e Azo
Tupinicópolis – Gibi, Chico Cabeleira, Nino Batera e J. Muinhos
1988 | Cem anos de liberdade, realidade ou ilusão – Hélio Turco, Jurandir e Alvinho
Kizomba, a festa da raça – Jonas, Rodolpho e Luiz Carlos da Vila
1989 | Liberdade, liberdade! Abra as asas sobre nós – Niltinho Tristeza, Preto Jóia, Vicentinho e Jurandir
Ratos e urubus, larguem a minha fantasia – Betinho, Glyvaldo, Zé Maria e Osmar
Festa profana – J. Brito e Bujão
1990 | Vira virou, a Mocidade chegou – Toco, Jorginho Medeiros e Tiãozinho 
1991 | Chuê chuá, as águas vão rolar – Toco, Jorginho Medeiros e Tiãozinho
Me masso se não passo pela Rua do Ouvidor – Sereno, Luiz Fernando e Diogo
1992 | Sonhar não custa nada! Ou quase nada – Paulinho Mocidade, Dico da Viola e Moleque Silveira
Paulicéia desvairada - Setenta anos de modernismo – Djalma Branco, Déo, Maneco e Caruso
1993 | A dança da lua – Wilsinho Paz e Luciano Primo
No mundo da lua – Nêgo, G. Martins e Adão Conceição
Peguei um Ita no Norte – Demá Chagas, Arizão, Celso Trindade, Bala e Guaracy
1994 | Os santos que a África não viu – Vilani Silva , Evandro Bocão e André Diniz
Muito prazer! Isabel de Bragança e Drumond Rosa da Silva, mas pode me chamar de Vila – Vilani Silva , Evandro Bocão e André Diniz
Atrás da Verde e Rosa só não vai quem já morreu – David Correa, Paulinho, Carlos Sena e Bira do Ponto
1995 | Gosto que me enrosco – Noca da Portela, Colombo e Gelson
Mais vale um jegue que me carregue que um camelo que me derrube – Eduardo Medrado, João Estevam, Waltinho e Cesar
1996 | Criador e criatura – Beto Corrêa, Dico da Viola, Jefinho e Joãozinho
1997 | Madeira-mamoré, a volta dos que não foram lá no Guaporé – Sabará, Muralha, Jarbas da Cuíca e Grajaú
De corpo e alma na Avenida – Chico Cabeleira, Joãozinho, Muca e J. Brito
Trevas! Luz! A explosão do universo – Dominguinhos do Estácio, Mocotó, Flavinho e Heraldo Faria
1998 | Orfeu, o negro do carnaval (Gilberto Gomes, R. Mocotó, Gustavo, Dadinho e PC Portugal)
Pará, o mundo místico dos caruanas nas águas do Patu-anu – Cláudio Russo, J. Veloso, Carlinhos do Detran e Gilson Dr.
1999 | O dono da Terra – Vicente das Neves, Carlinhos Melodia, Haroldo Pereira, Rono Maia e Alexandre
Araxá, lugar alto onde primeiro se avista o sol – Wilsinho Paz, Noel Costa e Serginho do Porto
2001 | A saga de Agotime - Maria Mineira Naê – Déo Caruso, Cleber e Osmar
2003 | Agudás, os que levaram a África no coração e trouxeram para o coração da África, o Brasil – Haroldo Pereira, Valtinho Júnior e Wantuir
2004 | Manôa, Manaus, Amazônia, Terra Santa – Claudio Russo, José Luis, Marquinho e Jessey Beija-Flor
Mangueira redescobre a estrada real – Cadu, Gabriel, Almyr e Guilherme 2006 | O império do Divino – Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena, Aluisio Machado e Elmo Caetano
2007 | Candaces – Dudu Botelho, Marcelo Motta, Zé Paulo e Luiz Pião
2008 | João e Marias – Josimar, Di Andrade, Carlos Kind, Valtenci e Jorge Arthur
2009 | Os Brasis do Brasil – Lequinho, Jr Fionda, Gilson Bernin e Gusttavo Clarão
2010 | Brasil de todos os deuses – Jeferson Lima, Flavinho, Gil Branco, Me Leva e Guga
É segredo – Totonho , Julio Alves e Marcelinho Calil
2012 | Pequena prece ao Senhor do Bonfim – Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, Toninho e Naldo
Angola – Evandro Bocão, Arlindo Cruz, André Diniz, Leonel e Artur das Ferragens
2013 | A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo – Arlindo Cruz, Martinho da Vila, André Diniz, Tonico da Vila e Leonel
2014 | Gaia, a vida em nossas mãos – Xande de Pilares, Dudu Botelho, Miudinho, Betinho de Pilares, Rodrigo Raposo e Jassa



*O repertório das apresentações será extraído das composições listadas acima.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Morre Vó Lourdes, Rainha da Passarela do Samba...


Vó Lourdes vivia a caminhar pelo Sambódromo nos dias de ensaio técnico... Dizem que ela não gostava do dia dos desfiles... Preferia os ensaios... Onde o clima é menos tenso... 

Notícias divulgadas pelas redes sociais dizem que a Rainha da Passarela (título que ela carregava numa faixa em suas andanças pelo sambódromo) faleceu... Como os ensaios técnicos para o carnaval de 2015 começaram e nada de Vó Lourdes aparecer, pessoas procuraram saber sobre seu paradeiro. Foi quando Machime (espécie de síndico do sambódromo, organizador dos ensaios técnicos) teria confirmado a notícia de seu falecimento.
Quando faleceu? Qual a causa de sua morte? Nada se sabe... 
Dizem que tinha 93 anos... A única coisa certa é que Vó Lourdes era uma  pessoa apaixonada pelo samba.
Viva todas as pessoas anônimas que andam para cima e para baixo saudando o samba... São essas pessoas, os verdadeiros sambistas do Brasil!!



Abaixo algumas fotos feitas em 2014, na Lavagem do Sambódromo e no sábado de Carnaval.
Imagens feitas do Setor 6









Ensaio Técnico da Caprichosos, Tuiuti e Estácio de Sá - Carnaval 2015

Aconteceu neste último domingo (4 de janeiro) o primeiro ensaio técnico do ano de 2015. Ensaiaram na Marquês de Sapucaí três escolas da Série A: Caprichosos de Pilares, Paraíso do Tuiuti e Estácio de Sá.
O público lotou as arquibancadas do setor 1, 3 e 5, além das frisas ao lado da pista de desfile.
Veja, abaixo, fotos e vídeos, registrados do setor 5.

CAPRICHOSOS DE PILARES
Enredo: Na Minha Mão É + Barato.




PARAÍSO DO TUIUTI
Enredo: Curumim Chama Cunhatã Que Eu Vou Contar...




ESTÁCIO DE SÁ
Enredo: De Braços Abertos, De Janeiro A Janeiro. Sorrio, Sou Rio, Sou Estácio De Sá.




Morre Dona Dodô da Portela


Selminha Sorriso - Porta-bandeira da Beija-Flor - acaba de noticiar o falecimento da grande dama Dona Dodô da Portela.  
Escreveu Selminha na sua página do facebook: “Amigos queridos, pouco falei, mas muito pedi a Deus para que fosse feito a vontade dele. Ele preferiu chamar a Rainha linda Dodô pra junto dele, Oremos!!!
Dona Dodô foi a porta-bandeira do primeiro título da Portela, em 1935. Desfilava todos os anos à frente da Ala das Damas da azul e branco de Oswaldo Cruz e Madureira.
Dona Dodô estava internada com problemas de desidratação e desnutrição, no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, desde dezembro de 2014.
Nascida em 1920, Maria das Dores Rodrigues, nossa querida Dodô da Portela, faleceu hoje (06 de janeiro de 2015).

Curiosidade:
Dona Dodô não gostava de ser cumprimentada com abraços. Dizia que ao se chegar perto de uma dama, o cavalheiro deve cumprimentá-la com um beijo em sua mão. Era assim que gostava de ser reverenciada. Dizia isso nas entrevistas que concedia para a televisão. 

Veja algumas fotos de Dona Dodô, tiradas nos desfiles de 2012, 2013 e 2014 e no Centro Cultural Cartola (2013)



sábado, 3 de janeiro de 2015

Uma Família Descrita Em Livros

Em 13 de janeiro de 2015, será lançado o mais novo livro da coleção sobre as escolas de samba, organizada por Fábio Fabato. A ideia é escrever sobre a história de determinadas escolas, colocando-as como uma grande família carnavalesca.



O primeiro livro da série foi lançado em 2012, escrito por Alan Diniz, Alexandre Medeiros e Fábio Fabato, “AS TRÊS IRMÃS – COMO UM TRIO DE PENETRAS “ARROMBOU A FESTA””, conta a história das escolas de samba Beija-Flor de Nilópolis, Mocidade Independente de Padre Miguel e Imperatriz Leopoldinense.





O segundo livro foi lançado em 2014. “AS TITIAS DA FOLIA – O BRILHO MADURO DE ESCOLAS DE SAMBA DE ALTA IDADE” é composto por textos de Fábio Fabato, Julio Cesar Farias, Luiz Antônio Simas, Marcelo Camões e Vinícius Natal. Neste livro mergulhamos na história de quatro escolas de samba, são elas: Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Vila Isabel e Viradouro.




O terceiro livro é escrito por Anderson Baltar, Eugênio Albuquerque e Vicente Dattoli. Trata-se da história  das escolas de samba União da Ilha, São Clemente e Caprichosos de Pilares, que entram para a família como “AS PRIMAS SAPECAS DO SAMBA - ALEGRIA, CRÍTICA E IRREVERÊNCIA NA AVENIDA.”




O terceiro livro também sai pela Editora Nova Terra. Que publicou os dois primeiros. Estes podem ser adquiridos no site da editora e nas grandes livrarias. 

Ricos em ilustrações e de fácil e agradável leitura, os dois primeiros livros dão uma verdadeira aula sobre as escolas retratadas. Agora é esperar para conferirmos o novo lançamento.

Fabato já anunciou nas redes sociais que outro livro está sendo idealizado, agora sobre as matriarcas do samba, que deverá ser lançado em 2016.


Lançamento:
Dia: 13 de janeiro de 2015.
Horário: 19h
Local: Bar Ernesto (Na Lapa, ao lado da Sala Cecília Meirelles)
Entrada Franca