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quarta-feira, 25 de julho de 2012
Sinopse do GRES União da Ilha do Governador, carnaval 2013
Sinopse do GRES São Clemente, Carnaval 2013.
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"Horário Nobre" | |
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''Tira o telefone do gancho, a gente se vê depois da novela.
Não estou, não aceito convite, que ninguém fale comigo. Quero lagrimar, sorrir, torcer pelo par romântico, felizes para sempre!'' No ar: novela e desfile de Escola de samba, dois triunfos da brasilidade que rodam o mundo inteiro, como gloriosas narrativas artísticas e populares, rituais que constroem a identidade do povão brazuca: ''Tamos'' juntos e misturados, porque não importa quem seja – patroa ou empregada, vovô ou netinho; preto do asfalto, branco da comunidade; na taba indígena, do Oiapoque ao Chuí, todos nos procuramos e nos reconhecemos na mais legitima arte verde e amarela, carnaval e folhetim.
Então vem comigo, me acompanha porque hoje eu sou novela: o ibope da São
Clemente nãp para de crescer porque ela não desliga nunca! De folhetim em
folhetim, há quase cinquenta anos, ouve-se ''silêncio no estúdio, gravando''.
Pois agora vai ser ''barulho no estúdio, sambando! Valerá a pena me ver de
novo.
Tem abertura, ações paralelas, história central. A trama novelesca é um repertório de clichês, porque a vida sempre imita a arte deste espelho mágico: o golpe da barriga, a criança prodígio, a mocinha sofredora que vive sorrindo, metade do elenco trabalhando numa empresa familiar, e na beira da morte o segredo é revelado – a rica enjoada é teúda e manteúda, o bofe é tábua que leva prego, o tipo que parecia honesto é o maior corrupto. Vale tudo, desde que tenha empatia, pegue, emplaque! Tem estória de riqueza e pobreza, pode ser moderna e retratar o passado, pode ser num tempo que ainda não existiu, ou um reino que jamais existirá; tem pescador do litoral ou vaqueiro do interior, gente do campo, da cidade. Arquétipos que não morrem, eternos que são em nossos corações: personagens que até acabam, mas não desaparecem nunca! Viva tantos conhecidos amigos que habitam a memória emocional tupiniquim, porque todos nós temos em nossas famílias, alguém que é a cara do personagem daquela novela, como era mesmo o nome? Seja pelo carisma que despertou, por uma tirada cômica ou até pela maldade extrema, tudo termina bem, porque a gente vai sempre se ver por aqui. Uma emoção plimplinizada na Sapucaí, que hoje vira telinha de fábrica de sonhos: anunciando que vem aí mais um campeão de audiência, nossa Escola samba o produto que mais faz a cabeça do Brasil, em credibilidade e legitimação, pois além, de assistir, a gente repete que nem papagaio o bordão da novela que gruda que nem chiclete, donde se conclui que isso não é brinquedo, não: em todas as esquinas é ''inshalá, muito ouro!'' pra cá, ''na chon'' pra lá. Tô certo ou to errado? Tô podendo... E quem fala, se veste, se penteia e se maquia igual aos habitantes deste mundo mágico (quase real), que lança moda transformando milhares de cidadãs em Jade ou Maya (dá-lhe lápis de olho e rímel para marcar os olhos) que vão expor seus corpos na Medina ou em Saramandaia Malta. É só dar uma olhadinha na barraca do camelô: não esqueça salto alto e meias de lurex para ir a Discoteca, porque se o figurino da TV ganhou as ruas, é sinal de que a trama ''vingou''.
Se é para citar alguns, rápido vem a cabeça: o Brasil e um Bataclã, Sucupira
é Brasília e Odorico Paraguassú mora no Congresso Nacional! João Coragem ficou
com qual das três Glória Menezes? Ravengar tem caso com a Rainha Valentine?
Gabriela não podia ter traído Seu Nachib; Ih, a Perpétua é Careca, Tieta
arrancou-lhe a peruca; Natasha era uma vampira muito gostosa, e Isaura, uma
escrava que nasceu branca. E pela última vez, quem matou a praga da Odete
Roitman ou o querido Salomão Hayala? É que sem um bom vilão não tem namoradinha
do Brasil que sobreviva, porque maldade e bondade são irmãs gêmeas (tipo Rute e
Raquel) deste universo verossímil, ainda que nele, a gorda Dona Redonda possa
explodir, e muita gente voltar da morte.
Como será que termina? O último capítulo é um frisson nacional, a opinião
pública mobilizada com todo Brasil parado diante da televisão: vilão castigado
(morre, enlouquece, se arrepende ou foge) e cena de casamento do mocinho com a
heroína (só podem ficar juntos no final). Todo brasileiro tem um pouco de autor
de dramalhão, até desconfia como termina, mas isso não tem a menor importância.
As cenas da próxima novela mostram que na segunda-feira começa tudo de novo, e
não percam o primeiro capítulo.
Somos os filhos de Janete e Dias, sobrinhos de Ivani!
Tomara Deus, o Beato Salú e a Venus Platinada, que nunca deixaram de nascer
os maravilhosos autores. Semeadores do sonho, são criadores que democratizam as
questões urgentes para o nosso povo (drogas, aids, trabalho infantil,
coronelismo, reforma agrária, corrupção política, minorias, racismo etc), e
ajudam essa galera a compreender sua maravilhosa gênese de ser: tudo brasileiro
noveleiro, cujas vidas são obras em aberto, assim como as novelas.
Texto: Milton Cunha, a partir da ideia de Roberto Almeida Gomes.
Carnavalesco: Fábio Ricardo |
terça-feira, 24 de julho de 2012
Grande Rio define enredo para o carnaval 2013
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Sinopse do GRES Unidos de Vila Isabel, Carnaval 2013
"A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo - "Água no feijão que chegou mais um"
O trabalho no campo é fruto de muito suor, dedicação e amor pela terra, os
quais permitiram que o Brasil se tornasse um destaque na agricultura mundial,
caminhando a passos largos para a condição de principal país agrícola do
planeta.
Essa dedicação às atividades rurais gera milhões de empregos e riquezas, colaborando para a grandeza do nosso país. A prosperidade nacional se deve aos milhões de homens, mulheres e jovens que se dedicam ao cultivo de nosso solo fértil. O brasileiro tem fama de ser hospitaleiro e cordial. É bem verdade que um cafezinho já serve pra quebrar o gelo nas reuniões, pra esticar uma conversa, na mesa, depois da refeição. E aquela visita inesperada ou convidado de última hora, sempre é bem-vindo. Afinal de contas, onde come um comem dois, ou sempre podemos botar “água no feijão, que chegou mais um...”. (Jorginho do Império) A natureza generosa nos dá o feijão nosso de cada dia, o trigo do pão também, e o milho de fubá, e o arroz, e a cebola pra temperar, o alho, e a mandioca para fazer farinha, pra acompanhar... “No recanto onde moro, é uma linda passarela O carijó canta cedo, bem pertinho da janela Eu levanto quando bate o sininho da capela. E lá vou pro meu roçado, tendo Deus de sentinela Tem dia que meu almoço, é um pão com mortadela, Mas lá do meu ranchinho, a mulher e os filhinhos, Tem franguinho na panela” (Lourenço e Lourival) “Que vidinha simples, que vidinha boa A bóia é sagrado frango e quiabo Acompanhado de ovo caipira, arroz e feijão Depois do almoço sem muito esforço Encosto meu corpo no barracão”. (João Carneiro e Capataz) Esse mundo natural pródigo é o orgulho do país. Da terra vem a riqueza da nação. É do solo que nasce o engrandecimento da pátria. É dos produtos oferecidos pelos seus verdes lindos campos que conseguirá progredir. Portanto, é das suas terras, imensas e extensas, que a providência divina ofertou, que virá a sua transformação em celeiro agrícola da humanidade: a maior região produtora, fornecedora e abastecedora de alimentos do planeta terra. E quem será o responsável por cuidar do seu solo fértil? O agricultor, esse trabalhador extraordinário, arrojado, competente, que tem na terra o seu precioso bem. O homem do campo terá a missão de torná-la próspera, inseri-la no concerto das nações civilizadas, ampliando os cultivos, sem jamais destruir a natureza, os verdejantes bosques. Dos produtos agrícolas, virá a transformação do Planeta Faminto, num mundo de mesa farta e sonhos possíveis. “Enquanto uns fazem guerra Trazendo fome e tristeza, Minha luta é com a terra Pra não faltar pão na mesa” (Joel Marques e Maracaí) “Mulher, você vai gostar To levando uns amigos pra conversar Eles vão com uma fome que nem me contem, E vão com uma sede de anteontem, E vamos botar água no feijão...” (Chico Buarque) Eis a terra sustentável por natureza, e que pode ser mais. Afinal, aqui por estas bandas... “tudo que se planta dá”. Mas com o pensamento voltado para as necessidades dos comensais do grande banquete diário e os anseios do planeta onde vivemos, sem afetar as possibilidades de onde viverão os nossos filhos e netos, aproveitando com inteligência, cada palmo deste chão. Multiplicai os alimentos, mas sem ampliar as áreas de cultivo! “Eu tenho um coqueiro grande que só dá coquinho... Quando eu quero um coco grande, tem que ser do coqueirinho...”. Tamanho nem sempre é documento. Precisamos aprender com o coqueirinho, a aproveitar cada centímetro da plantação, produzindo mais, com astúcia. Para não desgastar os solos, a solução é o plantio feito na palha de culturas anteriores! Várias etnias se agregaram às três raças formadoras da nação - o branco, o negro e o índio – para formar a nossa tradição agrícola. Imigrantes, como os alemães, os japoneses, e os italianos, e outros em menores grupos, se dedicaram igualmente à agricultura. Assim como a agricultura, a música do campo é a origem do Brasil. “moda bem tocada é aquela que desperta em nós uma saudade que agente nem sabe do quê...”. O som da viola canta a música do campo e conta a história daqueles que vivem da terra, que lutam, que prosperam e fazem o país crescer. A moda de viola trás a saudade dos tempos de outrora, mostra a vida cantada em versos simples e retrata a obra magnífica do homem do campo, do agricultor que com afinco, dedicação e conhecimento transforma a terra em riqueza. Segundo Câmara Cascudo, “somos filhos de raças cantadeiras e dançarinas”, o que ajudou na estruturação da música do campo. O violeiro é aquele que por instinto lê os sinais da natureza e os interpretam. Tem na sentimentalidade a bússola com que se orienta no mundo. É um artista que, nas asas da tradição, canta querências e saberes poetizados. “passo por cima das nuve Esbarrando no trovão Danço no meio da chuva Bem no meio do clarão...” (Lourival dos Santos e Priminho) A primeira fábrica de viola nasceu na fazenda Córrego da Figueira, em Campo Triste, fábrica de viola da marca Xadrez. “Na Fazenda Figueira O Dego e o seu irmão Entraro na mata virge A procura de madera Pra fazê uma viola E já fizero a primeira” (Antonio Paulino) “Esta viola vermelha Cor de bandeira de guerra Cor de sangue de caboclo Cor de poeira da terra”. (Tião Carreiro e Jesus Belmiro) “O som da viola bateu No meu peito doeu meu irmão Assim eu me fiz contador Sem nenhum professor”. (Peão Carreiro e Zé Paulo) “Ai, a viola me conhece Que eu não posso cantá só Se eu sozinho canto bem Em junto canto mió” (Carreirinho) “Minha viola Ta chorando com razão Por causa duma marvada Que roubou meu coração”. (Noel Rosa) O mundo da música é o da alma humana, e esta, na cidade ou no campo, não tem limite. A poesia se entrelaça com as paisagens, e as paisagens com os sentimentos. “O rio Piracicaba vai jogar água pra fora Quando chegar a água Dos olhos de alguém que chora Pertinho da minha casa Já formou uma lagoa Com lágrimas dos meus olhos, Por causa de uma pessoa”. (Lourival dos Santos, Tião Carreiro, e Piraci) “Eu fiz promessa Pra que Deus mandasse chuva Pra crescer a plantação”. O povo recorre a promessas quando a chuva não vem. Neste caso, a promessa foi paga com três pingos... “Um, foi o pingo da chuva, Dois caiu do meu oiá”. (Raul Torres e João Pacífico) Até os santos ficam de castigo, sendo trocados de Igreja, talvez pra prestarem mais atenção pros problemas do campo. “São José de Porcelana foi morar Na matriz da Imaculada Conceição A Conceição, incomodada, Vai ouvir nossa oração Nos livrar da seca, da enxurrada Da estação ruim. Barromeu pedra sabão vai pro altar Pertence a estrela mãe de Nazaré A Nazaré vai de jumento Pro mosteiro de São João E o evangelista, pra basílica de S. José Se a vida mesmo assim não melhorar Santo que quiser voltar pra casa Só se for a pé”. (Chico Buarque) Os animais e as plantas também são assuntos recorrentes das modas de viola. “Canta, canta Bem-te-vi Pra mim ouvir Canta, canta sabiá Pra me consolar” (Alvarenga e Ranchinho) “Quero ouvir a siriema Cantar por ti, Iracema No nosso jardim em flor”. (Mario Zan) “Comprei um casco chapeado Uma baldrana macia Um colchonilho dos brancos Pra minha besta rosia Um peitoral de argolinha E uma estrela que bria Fui dá uma passeio em Tupã Só pra vê o que acontecia”. (Anacleto Rosas Júnior e Arlindo Pinto) A música do homem do campo tomou grande impulso de divulgação nos anos vinte do século passado, graças as primeiras gravações. Hoje, a música é divulgadíssima. São realizados grandes shows. Os temas também evoluem, as técnicas de plantação também se sofisticam, mas a alma que os embala é a mesma, a alma caipira e brasileira. “Baile na roça, meu bem, se dança assim, Pego na cintura dela e ela tarraca em mim E o sanfoneiro toca, toca alegria, Vamo, vamo minha gente até o clarear do dia Dança, dança com a morena, dança, dança, com a loirinha, Começa o baile na tuia e termina na cozinha. Viva o baile da roça, viva a noite de S. João E o povo brasileiro conservando a tradição”. (Tunico e Tinoco) Hoje, o samba, homenageia o agricultor! Os sambistas celebram e eternizam esse personagem de real valor! A viola se junta aos pandeiros, chocalhos e surdos de primeira, para unir a cultura do sambista com a do homem do campo, numa grande festa de celebração da colheita. E, neste palco iluminado, por confetes e serpentinas, a Vila de Noel e de Martinho vem homenagear essa figura notória, original e bem brasileira: o agricultor. Ele merece o nosso respeito!!! É o agricultor brasileiro ajudando a alimentar o mundo!!! Autores do Enredo: Rosa Magalhães (Carnavalesca), Alex Varela (historiador) & Martinho da Vila | <>|
Sinopse do GRES Acadêmicos do Salgueiro, Carnaval 2013
"Fama"
Um cara sacou com sagacidade
Que o tempo passa e a vida é breve
- Vou deixar a minha marca
mesmo que ela seja de leve
Então faraó faz da tumba moradia
Vestiu-se de múmia, a sua fantasia
E assim se tornou peça de museu,
Atua no cinema pra dizer que não morreu
A Fama atrai os conquistadores
O Grande Alexandre cortejou os escritores
Mandou os poetas divulgarem o que ele fez
E assim na história ele teve a sua vez
A máscara no rosto é uma interrogação
Não sei se a mocinha é princesinha bela
Se diz uma mentira, e tem cara de fera!
Chamou o pintor pra fazer o seu retrato
e Luís Quatorze entrou pra galeria
E o três por quatro ganhou a freguesia
É muito importante saber que eu existo
Os Beatles seriam mais famosos do que Cristo?
John Lennon pirou numa onda brava
Tem caras tão famosas quanto
a foto de Che Guevara
Calma Beth! Não vou jogar confete
Eu vou criticar você e lançar na internet
que tal umas comprinhas no photoshopíng?
boca, olho, nariz e "mucho más"
você vai se transformar numa sereia TOP!
Deixa ela falar, que é que tem
Vou brilhar
Eu estou fazendo tudo para aparecer
Que tal bater a foto assim juntinho com você?
Já conto as linhas do tempo
Minha marca já deixei, e com isso me contento
Fama que não se contesta
Já virei "arroz de festa"!
Pra "mosca azul" não te picar
Porque na vida é assim
Um sobre e desce sem parar
A fama disputa lugar no carnaval
Apenas, diferente, eterno e guerreiro
Quem corre mundo afora é a fama do Salgueiro!
Sinopse do GRES Beija-Flor de Nilópolis, carnaval 2013
AMIGO FIEL
Amigo, sou um animal feliz e venho contar a minha história. Nasci
pequenininho, no início da evolução animal, e cresci de acordo com o tempo, me
tornando inteligente, companheiro, amável e elegante.
Quando o Homem deixou de ser nômade para fixar sua morada, deixei de ser selvagem para acompanhá-lo, e me tornei o fiel amigo dos viajantes, ajudando a matar a sua sede, uma vez que com o bater dos meus cascos no solo, descobri e fiz jorrar refrescantes fontes de água. Usei ainda a minha força para a agricultura e migração, transportando homens e mercadorias, de um lado para o outro, fazendo crescer os povos.
Com o florescer das grandes civilizações, preparei-me para as adversidades. Desempenhei um papel fundamental de força e fidelidade, indispensável nas disputas por poder e glória, nas lutas engajadas por imponentes realezas. Vi-me rodeado por escudos e lanças, espadas e vitórias. Materializei-me como um gigante cavalo de madeira, invadindo e destruindo Tróia, como um “presente de grego”, atravessando assim o limiar do tempo e do espaço.
Eternizado em lendas num mundo de encantamento, povoei a mente de povos antigos. Entre os deuses, fui escolhido o condutor divino das cortes celestiais, criando um misticismo riquíssimo de significados, que influenciaram o comportamento humano e o infinito de sua imaginação.
Sob a forma de um magnífico presente de Alah, sou o símbolo da criação ao reunir em meu espírito as qualidades de outros animais: olhos tão potentes quanto os da águia, o faro tão sensível quanto o do lobo, a velocidade da pantera, a resistência do camelo, a coragem do leão, a memória privilegiada do falcão, a elegância do caminhar da corsa e a fidelidade indiscutível do cão. E no fogo cigano da purificação, conduzi meu senhor aos campos celestes da libertação final.
Com quatro patas e uma força incrível, fui o companheiro legítimo que puxou carroças, charretes, carruagens e bondes, ajudando os caixeiros viajantes, facilitando o comércio, e colocando o mundo em movimento e expansão.
Ao chegar na Europa, centro do Velho Mundo, tornei-me a relíquia da nobreza. Em Portugal, conhecido como Alter-Real, a estrela que voa, fui a raça estimada pela Corte lusitana.
No então chamado Novo Mundo aportei, sendo presenteado pelo rei português ao Barão de Alfenas, e do cruzamento com as raças ibéricas, que aqui chegaram na época da colonização, renasci como o sangue puro do Brasil, no sul de Minas Gerais. Terra que reunia diversos núcleos produtores como ouro, pedras preciosas e café, que garantiam o abastecimento da corte, então sediada no Rio de Janeiro. Quantas viagens eu fiz por essas fazendas e pelos caminhos da Estrada Real entre Minas e Rio, onde transitavam vários protagonistas da história construída sobre o meu dorso.
Surgi como a estrela dessa terra... Eu sou o Mangalarga Marchador; um animal sem fronteiras, uma grande paixão, de beleza forte, andar macio e comodidade que me fizeram brilhar. Sou esplendoroso, ágil, leve, sadio, ativo e dócil, detenho qualidades extraordinárias que lançam a minha raça, genuinamente brasileira, no cenário mundial, espalhando-se pelos caminhos da vida.
Laíla, Fran Sérgio, Ubiratan Silva, Victor Santos, André Cezari (Carnavalescos) e Bianca Behrends (Pesquisadora)
Quando o Homem deixou de ser nômade para fixar sua morada, deixei de ser selvagem para acompanhá-lo, e me tornei o fiel amigo dos viajantes, ajudando a matar a sua sede, uma vez que com o bater dos meus cascos no solo, descobri e fiz jorrar refrescantes fontes de água. Usei ainda a minha força para a agricultura e migração, transportando homens e mercadorias, de um lado para o outro, fazendo crescer os povos.
Com o florescer das grandes civilizações, preparei-me para as adversidades. Desempenhei um papel fundamental de força e fidelidade, indispensável nas disputas por poder e glória, nas lutas engajadas por imponentes realezas. Vi-me rodeado por escudos e lanças, espadas e vitórias. Materializei-me como um gigante cavalo de madeira, invadindo e destruindo Tróia, como um “presente de grego”, atravessando assim o limiar do tempo e do espaço.
Eternizado em lendas num mundo de encantamento, povoei a mente de povos antigos. Entre os deuses, fui escolhido o condutor divino das cortes celestiais, criando um misticismo riquíssimo de significados, que influenciaram o comportamento humano e o infinito de sua imaginação.
Sob a forma de um magnífico presente de Alah, sou o símbolo da criação ao reunir em meu espírito as qualidades de outros animais: olhos tão potentes quanto os da águia, o faro tão sensível quanto o do lobo, a velocidade da pantera, a resistência do camelo, a coragem do leão, a memória privilegiada do falcão, a elegância do caminhar da corsa e a fidelidade indiscutível do cão. E no fogo cigano da purificação, conduzi meu senhor aos campos celestes da libertação final.
Com quatro patas e uma força incrível, fui o companheiro legítimo que puxou carroças, charretes, carruagens e bondes, ajudando os caixeiros viajantes, facilitando o comércio, e colocando o mundo em movimento e expansão.
Ao chegar na Europa, centro do Velho Mundo, tornei-me a relíquia da nobreza. Em Portugal, conhecido como Alter-Real, a estrela que voa, fui a raça estimada pela Corte lusitana.
No então chamado Novo Mundo aportei, sendo presenteado pelo rei português ao Barão de Alfenas, e do cruzamento com as raças ibéricas, que aqui chegaram na época da colonização, renasci como o sangue puro do Brasil, no sul de Minas Gerais. Terra que reunia diversos núcleos produtores como ouro, pedras preciosas e café, que garantiam o abastecimento da corte, então sediada no Rio de Janeiro. Quantas viagens eu fiz por essas fazendas e pelos caminhos da Estrada Real entre Minas e Rio, onde transitavam vários protagonistas da história construída sobre o meu dorso.
Surgi como a estrela dessa terra... Eu sou o Mangalarga Marchador; um animal sem fronteiras, uma grande paixão, de beleza forte, andar macio e comodidade que me fizeram brilhar. Sou esplendoroso, ágil, leve, sadio, ativo e dócil, detenho qualidades extraordinárias que lançam a minha raça, genuinamente brasileira, no cenário mundial, espalhando-se pelos caminhos da vida.
Laíla, Fran Sérgio, Ubiratan Silva, Victor Santos, André Cezari (Carnavalescos) e Bianca Behrends (Pesquisadora)
Confira os enredos que já sairam no Grupo de Ouro
Veja alguns enredos já escolhidos pelo Grupo de Ouro para o Carnaval 2013. O grupo de Ouro desfilará na sexta e sábado de Carnaval. Essa nova ordem, mudou a formatação do Caranaval Carioca.
AGREMIAÇÃO
CARNAVALESCO
ENREDO
AGREMIAÇÃO
CARNAVALESCO
ENREDO
Sexta - Feira (08/02/2013)
Unidos do Porto da Pedra
Fábio Ricardo
não definido
Fábio Ricardo
não definido
Unidos do Jacarezinho
Marcus Ferreira
Puxador, não. Intérprete!
Marcus Ferreira
Puxador, não. Intérprete!
Acadêmicos de Santa Cruz
Sylvio Cunha e Lane Santana
O Dragão do mar e a lenda do Ceará
Sylvio Cunha e Lane Santana
O Dragão do mar e a lenda do Ceará
Unidos da Vila Santa Tereza
Guilherme Alexandre
não definido
Guilherme Alexandre
não definido
União do Parque Curicica
não definido
não definido
Estácio de Sá
Jack Vasconcelos
Rildo Hora: A ópera de um menino... O toque do realejo rege o seu destino!
Alegria da Zona Sul
Eduardo Gonçalves
Quem não chora, não mama...
Acadêmicos da Rocinha
Luiz Carlos Bruno
Podem acender a chaminé da Sapucaí, que a fumaça é branca
Unidos do Viradouro
Max Lopes
não definido
Sábado (09/02/2013)
União de Jacarepagua
Jorge Caribé
Dos Barões do café à Cidade Universitéria. Vassouras, ouro verde do Brasil!
Paraíso do Tuiuti
Cid Carvalho
Ao mestre do riso com carinho: as caras do Brasil
Tradição
Augusto de Oliveira
não definido
Império Serrano
Mauro Quintaes
Caxambú (título não definido)
Acadêmicos do Cubango
Severo Luzardo
Teimosias da Imaginação
Sereno de Campo Grande
Amarildo de Melo
Na busca da paz, equilíbrio e harmonia. Bem aventurados sejam os que ouvem a voz de Deus!
Império da Tijuca
Junior Pernambucano
Negra, pérola mulher
Caprichosos de Pilares
Amauri Santos
Fanatismo... Enigma da mente humana
Unidos de Padre Miguel
Edson Pereira
A festa dos Orixás no reino de Oyó
Renascer de Jacarepagua
Comissão de Carnaval
Rio: uma viagem alucinante
Sinopse da Mangueira, Carnaval 2013
"Cuiabá: Um Paraíso no Centro da América!"
Ouçam o apito da sirene que indica que o trem verde e rosa vai dar a partida. Não cuiabanos! Não se trata da máquina de ferro e aço que há 150 anos é esperada ansiosamente; mas, quando a cortina de fumaça dos fogos de artifício se abrir e a penumbra se dissipar, todos entenderão que o sonho é a verdadeira vitória sobre o tempo. Alegrai-vos cuiabanos de tchapa e cruz1 e de coração. O tempo da espera acaba aqui e agora! Todos a bordo, acomodem-se. Olhem através das janelas de suas almas e vejam, a cada estação, a memória cuiabana em desfile.
Por alguns instantes, deixem-se levar pela imaginação; não como alguém que se perdeu no tempo à espera do trem, mas com a sabedoria daqueles que fazem do tempo o combustível que alimenta a esperança.
Estação Primeira: Mangueira.
O trem está em movimento e os músicos mangueirenses fazem rufar a Bateria Surdo Um. Há uma apoteótica celebração de boas-vindas. Personificado na "lúdica permutação dos nomes próprios em apelidos 2", eis o maquinista dos versos: Mestre Jamelão. O nosso eterno intérprete de sambas-enredo dá o tom à memória dos "gênios anjos mangueirenses"- Cartola, Carlos Cachaça, Zé Espinguela, Nelson Cavaquinho, Dona Zica, Dona Neuma, Mocinha, Xangô da Mangueira entre outros, que, juntos saúdam e convidam todos os presentes a embarcarem nesta viagem rumo ao "Paraíso no Centro da América". Partindo da Estação Primeira, o trem mangueirense percorrerá os trilhos da história da "Cidade Verde", a capital do Mato Grosso, e revelará para o mundo, tal qual o antigo sonho de integração, este deslumbrante rincão fincado no coração do Brasil, Cuiabá, também conhecida como a Cidade Verde, a partir de agora, passará a ser chamada de Cidade Verde e Rosa!
Estação: Eldorado.
Como se emergisse das cristalinas águas dos rios, com sua imponente farda, "General Saco", habitante do reino das riquezas, recebe a nossa composição. Celebra nossa presença com a história de fundação de Cuiabá. Nomes havia muitos para a mesma situação: negro sabre, branco espada, índio tacape, flecha e facão. Mas é no garimpo que se miscigenaram, num só princípio de unidade geral, construindo da geração espontânea de cada célula que se agrega e vai dando subsídios ao nascimento de uma consciente e sólida civilização.
Desbravam o fabuloso espaço fluvial-lacustre habitado por criaturas fantásticas,guerreiros indígenas e enfeitiçados pela farta quantidade de ouro encontrada; imaginam-se no cobiçado Eldorado, um lugar onde tudo era de ouro e pedras preciosas, até mesmo os nativos, os bichos, as flores e as frutas, segundo relatos dos próprios Bandeirantes.
Tchapa e cruz é uma expressão regional típica de Cuiabá, que designa o cuiabano autêntico, "puro de origem".SILVA, Freire. Manifesto Mosaico Cuiabano, 1977.2 De invasão em invasão, uma audaz expedição ficou na memória.Pascoal Moreira Cabral escreve a epopeia da nossa história:
Parte à frente de uma Bandeira
E de Tordesilhas
Rompe a linha divisória...
Descobre ouro às margens do Rio Coxipó, Funda, em 1719, o primeiro povoado português, Cuiabá.
Uma só essência! Terra boa e altaneira. Não importam mais os maus tratos de uma fúria transitória,
Cuiabá orgulha a pátria brasileira, ostentando imortal passado de glória.
Estação: Mitos e Lendas.
Nossa composição segue pela penumbra das matas... Recebidos por "Antônio Peteté", andarilho de vida pacata e dono de um leque fabuloso, nos conta sobre os causos cuiabanos.
Há muito tempo ouve-se falar na presença de um monstro em forma de serpente, chamado minhocão, que habita o rio Cuiabá. Relatos vão de simples aparições até contatos da embarcação ou táteis com o ser, como tocar a canoa na cobra ou descer em seu lombo, pensando ser terra firme 3. Por esse mundão cuiabano, vaga uma cobra de fogo que assombra as pessoas, conhecida como Boitatá e tem também um velho índio, que se transforma em pássaro encantado ao anoitecer - o Tibanaré. Já nas matas virgens e no cerrado, mora uma criatura que só tem um pé, o Pé-de-garrafa. E se, em uma noite sem lua, você se encontrar com uma mulher vestida de noiva perambulando pelas ruas cuiabanas, afaste-se, porque é o fantasma da Dama de Branco.
Entre lendas e mistérios, quem nunca se arrepiou ao saber, depois de comer a cabeça do pacu4, que uma das suas virtudes é ser casamenteiro? Ou quem não saiu em busca de novos desafios à procura da perdida "mina dos martírios"? Pois bem, abençoados pela Mãe d’Água, tudo isso faz parte do nosso imaginário popular. É tudo cultura, como em toda literatura, e cuiabana é a sua assinatura.
Estação: Arte e Sabor
Declamando um poema de amor, lembramo-nos dos tempos de menino... "Joga peteca, salta ioiô", o trem da Mangueira apresenta o artesanato e a culinária brincando com "Zé Bolo Flor".
Quem comeu, comeu...Quem não comeu, Não come mais.
Na cerâmica e no traçado, como em todo o artesanato e no chão simples da rua que a vida chega pra se mostrar, se come, se bebe, se dança, a vida é uma festança em cada feira popular. Expõem nas janelas: redes, mantos, caminhos de mesa, cativando quem passa pra namorar ou comer um doce chamado furrundu, de sabor tão peculiar. E olha que a criatividade não é pouca! Se não pega pela arte, nos seduz pela boca. Haja fome, meu irmão, o cardápio é indicado - nem falo da farofa de banana ou da mojica de pintado. Nem da paçoca de carne seca, muito menos do maxixe recheado - que, aí, seria um pecado. Em Cuiabá, a alimentação é sagrada: come-se de tudo, não tem conversa fiada. Duvido que alguém resista à cajuada, ao arroz de pequi, ou à saborosa cabeça de boi assada.
Estação: Festas de Santos.
Sob o "arco da iluminação", aportamos. Curandeira de mão cheia, "Mãe Bonifácia", organiza o muxirum5 para início dos festejos. Redenção! Goza o povo de um amor à divina celebração. Fazem da crença uma confiança obstinada e, da reza, um canto em homenagem à Festa do Divino Espírito Santo de Cuiabá.
Com a pureza no olhar, pedem a benção a Bom Jesus, o padroeiro do lugar. Em procissão, louvam São Benedito, como crença de sua devoção... Festeiros, esmolas, bandeiras, cerimônias do mastro, procissões fluviais enlaça-nos em tal predestinação. Depois da promessa, não há quem resista à tamanha tentação. Seguem os cortejos da queima de fogos e dançam quadrilha de São João.
Um momento precioso!
Dançam o "São Gonçalo", como parte significativa da religiosidade rural, onde o santo é um deus infinito que lava as dores e enxuga o pranto. Ecoa das violas de cocho, das batidas do mocho e do ritmo do ganzá, a genuína musicalidade cuiabana. No registro do saber, o povo se mistura num tempo puro e sem pecado. Na dança e no canto, quem gira chega dando seu recado - com o cururu, siriri e rasqueado.
Sucede que as festas de santo têm lá seus mistérios... Nelas misturam-se o laico e sacro numa simbiose natural - danças, rezas, músicas, brincadeiras e religiosidade. Inspirados,e bem na hora da partida rumo à próxima estação, chegam os mascarados com suas vestes coloridas, dançando em torno do mastro, o "trança-fitas".
Estação: Portal do Paraíso.
Um momento: siga um conselho e tome fôlego antes de prosseguir. Pronto! Lá vamos nós! Há "tanta vida, tanta história, que não foge da memória a fonte de tanta beleza. É a terra, é a gente, é tudo aquilo que Deus criou e que se chama natureza". Designação local de mutirão.
Mareja-nos o olhar ao avistarmos um místico mosaico geometrizante: ferruginosas franjas das bordas dos desfiladeiros, misteriosas cavernas e inscrições rupestres reveladas em sítios arqueológicos, cachoeiras de águas cristalinas e até mesmo um casal de araras vermelhas sobrevoando o céu, fazem da Chapada dos Guimarães um louvor à obra do Criador.
Adiante, uma revoada de tuiuiús - ave símbolo do Mato Grosso - nos conduz a um passeio pela fascinante biodiversidade e à extraordinária vida selvagem do Pantanal. Se alguém ainda acha pouco para justificar a alcunha de "Um paraíso no centro da América" a Cidade Verde ainda se dá ao luxo de ser o Portal da Amazônia! É neste cenário paradisíaco, de odores edênicos, que a Mangueira canta e se encanta:
Glória aos teus tesouros,
Ao teu cintilante céu azul!
Bendita sejas, terra amada.
Cuiabá, tu que és do meu Brasil a pérola engastada
Em pleno coração da América do Sul.
Estação: Mandem lembranças ao Futuro!
Chegamos a nossa última parada e imediatamente uma negra esguia e defensora de nobres ideais ergue a voz e diz: Olhem pra frente e além dos muros, Cuiabá é uma cidade a caminho do futuro! É a "Maria Taquara".
"O conto que a gente canta é a história que o povo faz". Cuiabá reinventa-se como recanto laborioso de seu povo, o mesmo povo de espírito comunitário, que ficou isolado durante anos das principais capitais do país e tornou-se adulto, podendo ser criança. Da lembrança dos "quintais com mangueiras", de tomar guaraná ralado à beira de um córrego à sombra de um acopari, de soltar "pandorga6", "finca-finca", "busca-pé" e "trique-trique" com a boca suja de pixé7, erguem-se, nessa terra de sol escaldante, indestrutíveis riquezas, tecnologias inquestionáveis à frente de sua crescente economia.
Cuiabá é a "cidade das oportunidades" que se desenvolve combinando tradições com progresso. Desta terra emana uma energia contagiante... Feita, sobretudo, da confiança no futuro e do calor humano bordado na alma de sua gente. Todos juntos por Cuiabá: evidenciam a sua crença e preservam a esperança de continuidade de uma cidade que continuará evoluindo e atendendo às necessidades de todos os que vivem nela.
Unida e de braços dados com a Mangueira, se orgulha e se prepara para receber o maior evento esportivo do planeta: a Copa do Mundo de 2014. Multiforme e heterogênea, nos deixa o legado de que o futuro é aqui. Suplantada por "alegorias-indústrias" descobre a fórmula mágica para sua industrialização: a sustentabilidade! Não à poluição, compromisso desta nação.
O final da nossa jornada sempre será o início para os que têm sensibilidade.
Cid Carvalho, carnavalesco.
Marcos Roza, pesquisador de enredos.
Bibliografia Consultada: BORGES. Fernando Tadeu de Miranda. Esperando o Trem - sonhos e esperanças de Cuiabá, Ed. Scor Tecci; 2005.
FREIRE. Silva. Manifesto Mosaico Cuiabano, 1977. FREITAS. Márcia Auxiliadora de. Cuiabá: imagens da cidade, dos primeiros registros à década de 1960, Entrelinhas; 2011. GUIMARÃES. Lauristela. Organização. Cuiabá: Cidade em Evolução, Ed. Primeira Página; 2011. MARTINS. Moisés. Cuiabá de Vila a Metrópole Nascente, Caderno 1; 2006. ROBERTO. Loureiro. Cultura mato-grossense: Festas de Santos e outras tradições, Ed. Entrelinhas; 2006. SCALFF. Ivens Cuiabano. Kyvaverá, Ed. Entrelinhas; 2011. SILVA. Paulo Pitaluga Costa e. Cuyaverá, Cuiabá: a lontra brilhante, Ed. Carlini e Carniato; 2007.
Agradecimentos:
Francisco Belo Galindo Filho (Prefeito de Cuiabá), Sílvio Fidelis (Secretário de Governo), Carlos Britto (Secretário de Comunicação), Luiz Poção (Secretário de Cultura), Tânia Aparecida Barteli (Secretária de Turismo), Carlos Haddad (Secretário Adjunto de Turismo), Fernando Biral (Procurador Geral), Regina Kaizer (Secretária de Assistência Social e Desenvolvimento Humano), Caique Loureiro, Hugo Monteiro, Dona Domingas, Larissa Silva Freire, Cleyton Normand da Fonseca (UFMT), Márcio Bororo, Maria Teresa Carrión Carracedo, Elizabeth Madureira Siqueira (IHGB), Professor Leonam Lauro e a todos os cuiabanos e mato-grossenses que contribuíram com ideias, dicas e apoio para esta iniciativa.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Belford Roxo no Grupo Especial em 2013
Comissão de frente, digna de Grupo Especial
Mais uma escola da Baixada Fluminense desfilará no Grupo Especial em 2013, a Inocentes de Belford Roxo ganhou o carnaval do Grupo de Acesso A. A escola também ganha o direito de ter um dos barracões da Cidade do Samba.
Eis a classificação da Grupo de Acesso A, carnaval 2012
1 - Inocentes: 299,6
2 - Império Serrano: 298,3
3 - Império da Tijuca: 298,3
4 - Cubango: 298
5 - Viradouro: 297,8
6 - Santa Cruz: 297,3
7 - Estácio de Sá: 297,2
8 - Rocinha: 296,1
9 - Paraíso do Tuiuti: 296
Apuração, carnaval 2012
Eis o quadro com as notas de cada quesito, a pontuação e a colocação de cada escola. Material retirado do site da Liga Independente das Escolas de Samba.
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